Vidas Secas - 2016

by Sertão Sangrento

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about

Segundo álbum de estúdio, seguindo os moldes do primeiro, ou seja, horror punk cru e sem frescuras.
As letras são baseadas em contos de horror, assim como filmes, mas acima de tudo, o horror real do povo nordestino, que da nome ao álbum e a capa.

credits

released July 22, 2015

Gravado em duas semanas, no mês de novembro de 2014 no estúdio "Mente Aberta", em Santa Cruz/RN. A gravação, mixagem e masterização ficou por conta do "Paulo Medeiros". A arte de capa é de autoria do Wendell NARK, de Recife/PE.

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Sertão Sangrento Caicó, Brazil

Horror Punk Nordestino da pior espécie. Música violenta, sangrenta, e cheia de miséria e dor. Um destilado horrendo de melodias influenciadas pelo Punk Rock e letras de péssimo mau gosto. Em nossa essência divulgamos o cinema de terror e a realidade cruel, nua e na cara! ... more

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Track Name: Vidas Secas
Carne podre decomposta
Vidas secas expostas

Carcaças e ossos
Por todo lugar
É a paisagem
Que se pode admirar

Você ainda vive
Isso não é sorte
Grite para o céu
Chame pela morte

Chão esturricado
Sem água e alimento
Urubus e Carcarás
Visões de um Sertão Sangrento

Desgraça na terra
E no céu um ideal
Destinado ao inferno
Tudo sempre termina mal.
Track Name: Maldição
Ossos despedaçados
Carnes dilaceradas
Homens mutilados
Mulheres estupradas

Sangue, noite e lua cheia.
Assassinato, maldição
Corre nas minhas veias
A fúria dessa aberração

Vamos destruir!
Todos irão morrer!
A dura realidade não passa de um filme “B”.
Vamos destruir!
Todos irão morrer!
O mal que vive em mim habita perto de você!
Track Name: Mais Um Prego em Meu Caixão
02 - MAIS UM PREGO EM MEU CAIXÃO
A cada homem que mato
Outro filho sem pai
A sentença é firmada
A cada corpo que cai

Trago comigo as dores
De todos que matei
Mas não importa agora
Sei que um dia pagarei.

A morte me acompanha
Por onde quer que eu vá
Almas vou encaminhando
Até minha hora chegar!

Pelo mundo vou errante
Nesta vida de cão
Mais um corpo estirado, mutilado.
Mais um prego em meu caixão!
Track Name: O Culto do Mal Disfarçado
O CULTO DO MAL DISFARÇADO

A felicidade de uma família
Foi jogada para o lado
Quando o pastor deles descobriu
Em seu bebê a marca do diabo

Queimem esta criatura!
Diziam os fiéis alterados
Então o pobre bebezinho
Teve que ser sacrificado

E os seus pais nada souberam
Continuaram de olhos vendados
Acreditando no pastor
Do culto do mal disfarçado

O pastor ficou com ele
Pra dar conta do recado
Mas não fez nada do que disse
Outro destino foi traçado

Arrancou seu coração!
E devorou ensanguentado
Então chamou pelo demônio
Num ritual nada sagrado